Olá pessoal, tudo bem? Recebo dúvidas sobre medidores de espessura e uma delas foi o pedido de um comparativo entre medidores de espessura básicos e completos. Como eu trabalhei com os 2 tipos vou tentar resumir para vocês os pontos positivos e negativos de um medidor básico e um mais completo. Não sabe o que é medidor de espessura e como usar? Veja nossos artigos e vídeos detalhados sobre o tema. À cerca de um ano e meio comprei o primeiro modelo para uso básico, ou seja, identificar repinturas e camadas grossas sobre a peça. Modelos básicos de medidores de espessura. No Brasil o preço de um medidor de camadas simples gira entre 100 e 300 reais. Prós: - Custo: Produtos mais baratos que chegam à custar cerca de 50% menos do que medidores profissionais. - Portátil: São mais leves e mais fáceis de levar em seu bolso. - Funcional: Identifica repinturas e dá uma boa base de trabalho para o profissional e revendedor de carros. Contras: - Resolução: A escala de medida normalmente é fornecida em mm e não em mícrons. - Aferição: A maioria dos modelos simples não vem com pontas de prova plásticas para aferição e calibragem. - Calibragem: Normalmente não é clara e alguns modelos nem apresentam essa função. - Acessórios: Alguns modelos nem com chpas ferrosas e não ferrosas vem, para testar o limite minimo da medição, medição ou calibragem 0. - Aferição: Mesmo fazendo a calibragem conforme instruído, tive diferenças grandes entre medir algumas peças com o modelo mais simples e com o mais completo, o que me levou à crer que possam haver problemas de qualidade no modelo mais simples. Vídeos de uso de medidores de espessura simples:
Modelos profissionais de medidores de espessura. No Brasil o preço de um medidor de camadas completo gira entre 700 e 3000 reais. Prós: - Resolução: Apresentam resolução em mícrons, o que lhe dá uma precisão muito maior nas medidas. - Calibragem: Estes modelos contam com mecanismo de calibragem e acerto de precisão muito melhores, podendo ser inclusive calibrados de acordo com as peças que você está trabalhando. - Acessórios: São raros os modelos que não vem com chapas ferrosas e não ferrosas em conjunto com chapas plásticas de diversas espessuras para aferição e calibragem. - Dados estatísticos: Alguns modelos são capazes de salvar medidas e exportá-las para o computador. - Funcionalidade: Apresentam alguns indicadores de imprecisão na medição e identificação automática do substrato. Contras: - Custo: Especialmente no Brasil esses aparelhos são muito caros. - Aplicação de uso em seu dia-a-dia: Se você procura um equipamento somente para identificar repinturas (básico), não vale a pena investir em um modelo mais completo. - Portabilidade: Não é um equipamento pequeno e portátil, além de ser bem caro para carregar no bolso por exemplo em revendas de carros. Nota: A maioria dos modelos não é capaz de medir espessura de produtos aplicados sobre o plásticos, portanto, ele não funciona em para-choques e peças plásticas. Medidor de espessura para medir plásticos é caro e possuí essa característica destacada em suas descrições, dificilmente encontrado em lojas no Brasil. Outra funcionalidade muito difícil de ser encontrada é a medição da camada de verniz sem levar em conta o restante. Esse tipo de medidor de espessura certamente será mais caro do que os valores mencionados neste artigo e será encontrado somente em lojas no exterior.
Tem dúvidas sobre a espessura das camadas de produtos aplicados durante a pintura automotiva? Confira neste artigo sobre camadas de pintura automotiva! Tem dúvidas sobre como escolher seu medidor de espessura automotivo? Veja o artigo dando diversas dicas sobre como escolher seu medidor de camadas. Palavras-chave: medidor de camadas,medidor de espessura,comparativo entre medidores de camada,comparativo entre medidores de espessura,qual melhor medidor de espessura,qual melhor medidor de camadas,medidor de camadas profissional,medidor de espessura profissional,medidor de camadas hobby,medidor de espessura hobby,medidor de camadas profissional x hobby,gx-pro,ct01,akron,medidores de camada valem a pena,tutorial sobre medidor de espessura digital,medidor de espessura digital,
Olá pessoal, tudo bem? Hoje trago para vocês um tema diferente no canal: Unboxing. Comprei um medidor de espessura profissional nos últimos meses e, tendo em vista ser um acessório muito requisitado pelo pessoal que acompanha os vídeos, resolvi mostrar desde o inicio essa transação para dar uma visão geral de como funciona para você que quer saber detalhes sobre compras do exterior. O primeiro passo é ter um mecanismo de pagamento para faturas geradas em dólar. Hoje em dia, creio ser fácil fazer o pagamento, até mesmo por boleto, sem a necessidade de ter um cartão de crédito "internacional". A taxa de câmbio pode compensar em alguns casos, especialmente quando o item que você quer comprar tem um valor absurdo no mercado nacional. Um teste simples para saber se vale a pena ou não é fazer o seguinte cálculo: Valor da compra em Dolar X Cotação do Dolar Turismo do dia + (60% do valor do produto já convertido em reais). Esse valor deverá ser inferior ao valor do item no Brasil. Na maioria dos casos vale a pena para produtos que não são encontrados em lojas no Brasil, como foi o meu caso. Optei pelo modelo que está sendo apresentado neste post pelo fato de possuir uma memória de armazenamento, por ter medição em mícrons e por possuir médias estatísticas.
Caso você seja taxado, será necessário retirar o objeto na agência indicada no aviso dos correios (que você receberá no endereço de entrega original da encomenda ou visualizando pelo site de rastreamento dos correios). O recolhimento da taxa será somente em dinheiro, não podendo usar cartões de débito para fazer o pagamento. Além da taxa da Receita Federal, ainda é acrescido um valor de taxa dos Correios, pelo serviço prestado para o objeto em questão. A taxa deverá estar entre 40 e 60% do valor declarado do produto e, caso esteja acima do valor do item, será necessário recorrer e pedir a revisão do valor da taxa. Na própria agência o atendente deverá lhe fornecer informações de como pedir a revisão de taxas. No meu caso, se fosse necessário, seria dado um formulário para preenchimento e o envio de todas as provas do valor gasto e etc deveriam ser enviados exclusivamente por email. Dados do produto (Inglês): Brand Name: imall Color: Grey EAN: 0700253767261 Item Weight: 3.2 ounces Manufacturer Grade: AAA Part Number: EC-770 UNSPSC Code: 41111600 UPC: 700253767261 •A. 128*128 dot matrix LCD display, standard menu operations; B. Two measure mode: single and continuous; C. Two group mode: direct (DIR) and general(GEN), readings will be lost when power off in direct mode, and not be lost in general mode. 80 readings can be stored for each group; D. Zero point calibration and multi-point calibration(up to 4 points) for each group; E. User can recall, delete specified readings, or delete group readings; •F. Statistics display: mean, minimum, maximum and standard deviation; G. Three probe mode: auto, magnetic and eddy current; H. User can set high or low limit alarm for each group; I. Power off automatically; J. USB interface to data transmission; K. Low battery and error indication; •1. Measuring principle: Magnetic induction (F-probe) and eddy current (N-probe); 2. Measuring range: 0 to 1300um (0 to 51.2mils); 3. Accuracy: ± (3% of readings+2um); ± (3% of readings+0.078mils); 4. Resolution: 0um~999um (1um), 1000um~1300um (0.01mm); 0mils~39.39mils (0.01mils), 39.4mils~51.2mils (0.1mils); 5. Calibration: One to four point calibration, zero calibration; •6. Data Group: One direct group (readings not be stored to memory), four general group (readings can be stored), and each group have individual statistics, alarm settings and calibration; 7. Statistics: No. of readings, mean, minimum, maximum and standard deviation; 8. Units: um, mm and mils; 9. Alarm: User can set the high/low alarm, and alarm icon displayed on LCD when over the limit; 10. Minimum curvature radius: convex 1.5mm(59mils) and concave 25mm(984mils); •11. Minimum measuring size: Diameter 6mm(236mils); 12. Minimum thickness of substrate: F-probe: 0.5mm(0.02"), N-probe: 0.3mm(0.012"); 13.Computer interface: Download data via USB interface; 14. Power supply: Two 1.5v AAA battery; 15. Operation temperature: 0? to 40?(32? to 104?); 16. Storage temperature: -20? to 70?(-4? to 158?); 17. Size: 110mm*53mm*24mm (4.33"*2.09"*0.94"); 18. Weight: 92g (3.24oz) Em breve estaremos testando o produto e mostrando um pouco do seu funcionamento em nossos vídeos. Um forte abraço e até o próximo! #ficaadica Forte abraço e até o próximo! www.rodrigogsi.com.br Loja virtual com kits especiais: rodrigogsi.tudonavitrine.com.br Loja no Mercadolivre: http://lista.mercadolivre.com.br/_CustId_75922527 vendas@rodrigogsi.com.br Obrigado! Nota: Pessoal, não adianta vocês me enviarem links de produtos e me perguntarem se o produto é bom ou não, se presta ou não pois eu não sei, não tenho recomendações sobre compras internacionais. Estou apenas trazendo informações uteis para vocês sobre minha experiência. Existem diversos fabricantes com diversos padrões de qualidade em sites como Aliexpress, ou seja, produtos de primeira, segunda e até talvez terceira linha. Desconfie sempre que existirem produtos semelhantes com muita variação de preço.
Análise de Pintura Automotiva: O que compõe a pintura automotiva?
Saiba quais são os produtos usados na pintura automotiva e para que servem!
Olá pessoal. Visando tirar dúvidas e esclarecer o básico da pintura automotiva para polidores e também para o pessoal que está começando a pintar e polir, vamos abordar as camadas que compõe a pintura automotiva. Primeiramente, vamos apresentar alguns sinônimos que você irá encontrar nas literaturas de pintura automotiva: Tinta é sinônimo de base. Fundo é sinônimo de primer. PU é sinônimo de Altos Sólidos / HS. Fundo Fosfatizante é sinônimo de Wash Primer.
Produtos básicos utilizados para fazer pintura automotiva:
O que é fundo fosfatizante também conhecido como wash primer? Ele serve para promover aderência para o fundo que será aplicado na chapa nua ou com correções utilizando massa poliéster / plástica. Serve também como barreira protetiva anti corrosiva. Deve ser aplicado em uma fina camada sobre toda a área com massa e de chapa exposta, em duas demãos simples, assegurando boa cobertura. Produto bem líquido e de secagem bem rápida. Normalmente deve-se aplicar o fundo em até 2 horas após a aplicação do fundo fosfatizante wash primer. Passado esse tempo recomenda-se fazer a ativação, que consiste em lixamento com esponjas de ativação ou leve lixamento com lixa P220 e reaplicação do produto para depois aplicar o fundo. O que é fundo primer? Serve para selar a peça antes da aplicação da tinta. Nivela pequenos defeitos, isola camadas de massa e faz com que a superfície fique em uma só cor, evitando diferenças de tonalidade após a pintura. Deve ser lixado antes de aplicar tinta. O que é seladora para plásticos? A seladora serve para promover aderência da tinta ou fundo que será aplicado em peças plásticas. Normalmente é utilizado como o wash primer, em 2 demãos de uma fina camada e exige aplicação do fundo ou tinta em até 2 horas após o uso da seladora. A ativação deve ser feita da mesma maneira que o wash primer fundo fosfatizante. Nota: Devido à diferenças entre os produtos de fabricantes distintos, você deve seguir sempre as recomendações do fabricante para uso dos produtos de pintura.
Processo de pintura padrão em peças metálicas ferrosas / não ferrosas:
Fundo Fosfatizante: Promover aderência para aplicação do fundo e proteção anti corrosiva. Na repintura é aplicado em uma ou duas demãos finas, seguido do fundo em até duas horas após sua aplicação.
Fundo: Selar a chapa dando nivelamento e proteção anti corrosiva, removendo pequenos defeitos de lixas da etapa de funilaria e promovendo aderência para a tinta.
Tinta: Pode ser base poliéster ou PU. A base poliéster é mais fina que a base PU, cobrindo menos pequenos defeitos do que a tinta PU. A tinta poliéster precisa de verniz para ter brilho e acabamento final. A Tinta PU não necessita de verniz e possuí maior poder de cobertura, escondendo pequenos defeitos que a tinta poliéster não esconde.
Verniz: Serve para dar acabamento após a pintura com tinta poliéster. Não deve ser aplicado após a pintura com tinta PU.
Conceito de dupla camada: A pintura em dupla camada significa aplicar uma base de tinta e depois o verniz para ter o acabamento e brilho desejados. A pintura com base (tinta) poliéster é uma pintura em dupla camada pois a tinta poliéster exige aplicação de verniz para ter brilho e acabamento.
Processo de pintura padrão em peças plásticas em geral:
Seladora: Promove aderência do fundo ou tinta que será aplicado na peça. Aplicado em 1 ou 2 demãos finas, da mesma maneira que o wash primer. Normalmente recebe o próximo produto (fundo, tinta, etc) em até duas horas após sua secagem.
Fundo (opcional). Nivela defeitos, promove aderência da tinta poliéster ou PU no processo de reparo / preparação para pintura.
Tinta.
Verniz caso a tinta utilizada no passo anterior seja poliéster.
Processo de pintura de alumínio:
PFV Preto Fosco Vinilico: Fundo fosfatizante que promove proteção antei corrosiva e aderência à tinta ou fundo que será aplicado depois.
Fundo (opcional).
Tinta.
Verniz (caso a tinta utilizada não seja PU).
Logo, notamos que existem diferentes passos e processos para pintura em diferentes tipos de material. Abordamos acima ou 3 materiais básicos que são utilizados na pintura automotiva, tais como metal, aluminio e plástico.
Para o polidor:
Como saber se estou polindo tinta PU ou verniz? Utilizndo algodão para polimento, faça a aplicação de massa ou polidor de corte em uma pequena área da peça. Se ela sair manchada na cor do carro está polindo tinta PU, caso contrário está polindo sobre base poliéster e verniz. Esta dica serve para uma pintura normal com aspecto de brilho ou levemente fosca. Não serve para pinturas já com verniz descascado ou manchas brancas sem cor. Como saber se o risco sai ou não no polimento?
O risco é sensível ao tato? Caso positivo, não irá sair, caso negativo, poderá sair sim com polimento.
Inicie o polimento com a etapa de corte. Caso não saia, verifique se com lixamento utilizando lixas de polimento o risco irá sumir.
Risco que atinge a lata, a base de tinta e o fundo não são removidos com polimento. Muitas vez o risco é tão fino que não sentimos ao tato, porém ele chegou na base de tinta ou fundo, comprometendo o acabamento e não sendo possível remover portanto: Lixou um pouco até fosquear e deixar a área sem percpeção de riscos de lixa grosseiros durante o lixamento, fez polimento e mesmo assim o risco não saiu, não insista. Você irá queimar o verniz e será necessário repintura para solucionar o problema. Qual a espessura média de cada camada de produto aplicado sobre a lataria do veículo? Com base em recomendações de uso fornecidas pelos fabricantes dos produtos especificados acima na área da lataria, podemos ter uma média para cada um deles em microns.
Wash Primer e Seladora para Plásticos: 2 à 5 microns por demão.
Fundo PU: 20 à 50 mícrons por demão. Depende muito da diluição. Quanto mais diluído menor e espessura. A camada total presente de fundo após o lixamento é a mais complicada de se mensurar, tendo em vista que o lixamento pode ser maior ou menor, de acordo com o processo de repintura. Em carros originais gira em torno de 75 mícrons.
Tinta Poliéster e Preto Fosco Vinilico: 10 à 20 microns por demão.
Verniz ou tinta PU: 25 à 30 mícrons por demão. Podem variar para mais ou para menos de acordo com a diluição. Adotamos aqui a recomendação de até 10% para verniz e entre 10 e 20% para tinta PU.
Para o polidor, o que interessa é sempre a camada de verniz ou tinta pu passível de polimento. O polidor precisa identificar corretamente defeitos de pintura que saem ou não com polimento, tendo em vista que na maioria dos casos ele precisa explicar ao cliente o que é um defeito que necessita de repintura e um defeito que sai com polimento. Para isso é necessário saber o que é um risco de funilaria por traz do verniz ou tinta e o que é um risco no verniz ou tinta pu que irá sair ou não com polimento. Além disso, o dominio básico das camadas de produtos aplicados sobre a peça para a pintura é fundamental, tendo em vista que é necessário conhecer o que compõe uma pintura original e uma repintura. A repintura normalmente irá possuír uma camada extra por deibaixo do fundo e até mesmo massa, aumentando consideravelmente a espessura e dificultado ao polidor a identificação de camadas de verniz ou tinta pu passíveis de polimento utilizando o medidor de espessura. A repintura pode trazer muitos problemas para o polidor tais como:
Mostrar defeitos de preparação de superfícies após o lixamento e polimento técnico em repintura.
Polir uma camada muito fina de verniz ou tinta, queimando a peça e necessitando de repintura.
Fazer lixamento de áreas com verniz ou tinta muito ralos, queimando a pintura ou manchando a peça, devido ao fato de defeitos do processo de repintura.
Mostrar manchas de retoque após o polimento, devido ao fato de mostrar emendas de tinta e verniz oriundos de retoques de pintura.
Destacamento de tinta, verniz ou massa, devido a má preparação para pintura.
Problemas diversos originados por produtos de baixa qualidade e utilizados incorretamente durante a pintura, especialmente vernizes aplicados incorretamente e de tipos diferentes em peças retocadas e repintadas.
Defeitos comuns de repintura marcas de lixa e massa
Por isso muitos polidores não fazem polimento em repintura de terceiros ou pintores desconhecidos. Uso de medidores de espessura no auxilio do polimento: Para uso em medidores de camada podemos adotar o padrão em torno de 120 mícros para uma pintura original. Dentro desse valor devemos ter algo em torno de 50 mícros para polimento, seja em verniz ou tinta PU. Carros repintados vão possuir valores muito diferenciados, devido à possível presença de massa, maior ou menor quantidade de fundo, demãos não uniformes e etc. É possível usar medidor de espessura em peças plásticas? Desconheço um modelo capaz de medir peças plásticas sem base metálica por traz. Veja também:
Espero que minhas dicas sobre as camadas de pintura tenham sido uteis.
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Olá pessoal, tudo bem? Mais uma vez vamos abordar o tema do medidor de espessura, trazendo para vocês alguns parâmetros para a escolha do equipamento. Quando compramos e escolhemos uma ferramenta, um produto, um acessório, não existe o melhor do mundo, existe o que se enquadra em nosso orçamento e nossa rotina de trabalhos, tendo o padrão de funcionamento e nos proporcionado a operabilidade e qualidade que buscamos. Vejo muitos polidores comprando medidores de espessura sem um critério claro de uso e o pior, sem saber realmente aplicar o uso dessa ferramenta em seu dia-a-dia. Não sabe o que é um medidor de espessura? Clique aqui! Vamos dividir o tema em duas perspectivas: Polimento e Pintura. Para um polidor, a aplicação mais racional é a de saber aonde está pisando. Identificar uma repintura é, muitas vezes, algo que irá prevenir problemas na etapa de lixamento para remoção de casca de laranja ou opacidade da peça, prevenindo assim mostrar mapeamentos de massa ou tinta rala e queimar a peça por esgotar o verniz aplicado. Polimento: Útil para identificar repinturas e aplicações de massa. Útil para fazer uma estimativa de verniz ou tinta poliuretano que pode-se lixar ou polir, tendo como base que cada demão de um desses acabamentos tem por volta de 25 mícrons em um cenário ideal e tem-se 3 demãos aplicadas sobre a peça. Levamos em conta também que uma delas é empoeirada. Para um pintor, normalmente o desejado é uma visão geral sobre a espessura total da chapa, levando em conta a quantidade total de produtos que já estão presentes na peça após o lixamento inicial de uma repintura, podendo poupar tempo nas etapas de lixamento e evitar problemas como destacamento da repintura após o reparo executado, devido à uma espessura muito grande sobre a peça, pintura grossa como o pessoal fala por aí. Tomando em conta que uma pintura "original" terá cerca de 120 mícrons, essa seria a base comparativa para avaliar se uma repintura está ou não muito grossa. O que vejo muito em retoques e repinturas completas e parciais são valores variando entre 170 e 350 mícrons. Pintura: Útil para identificar se as camadas de produtos aplicadas sobre o substrato estão muito grossas e fora dos parâmetros desejados para os diferentes produtos usados. Exemplo: Recomenda-se que uma demão de verniz tenha cerca de 25 mícrons, logo, se você medir uma área antes e depois de uma demão de verniz o valor deve ser +- esse. Outro exemplo é o limite máximo de espessura de massa poliéster aplicada sobre a chapa. E então, como escolher o medidor? Existem equipamentos básicos e mais completos. Para um pintor, normalmente a medida em milímetros com 2 casas decimais é suficiente, porém, para um profissional de polimento uma resolução em mícrons é o ideal. Porquê? Porquê para um pintor o valor preciso não é vital no seu trabalho. Para um polidor cada mícron a mais ou à menos pode fazer uma boa diferença sobre a técnica que será adotada para polir tal área. Se você busca um medidor de espessura somente para identificar áreas repintadas um modelo básico com resolução em milímetros irá ser suficiente. Já se você busca um equipamento que lhe dê precisão sobre desbaste de verniz durante o polimento além de identificar repinturas um modelo com resolução em mícrons é recomendado. Portanto: Fique atento à resolução do aparelho que você irá comprar. Modelos mais completos são os desejados para profissionais que buscam precisão em seus trabalhos. Forte abraço e até o próximo! Compre seus produtos para polimento automotivo comigo! Catalogo completo: www.rodrigogsi.com.br Loja virtual com kits especiais: rodrigogsi.tudonavitrine.com.br Loja no Mercadolivre: http://lista.mercadolivre.com.br/_CustId_75922527 vendas@rodrigogsi.com.br Palavras-chave: medidor de camadas, medidor de espessura, qual medidor de camadas comprar, qual medidor de espessura comprar, como escolher um bom medidor de espessura, qual medidor de espessura é melhor, qual medidor de camadas é melhor, medidor de espessura digital para polimento, medidor de camadas para polimento, detail com medidor de espessura
Fala galerinha, tudo certo? Neste post vamos conferir um novo equipamento para medição de camadas de tinta na pintura do veículo.
O que faz um medidor de espessura?
Como usar o medidor de camadas?
Como analisar os valores que o medidor de camadas nos informa?
Para que serve?
Confira todas as respostas nos 2 posts anteriores, aonde mencionamos e exemplificamos o uso básico do medidor de espessura na área de polimento (embelezamento detail e estética automotiva) e também na área de funilaria e pintura (repintura automotiva).
Embora ainda seja um modelo básico de aferição das camadas sobre a chapa, não sendo possível ler especificamente cada uma das camadas presentes sobre a chapa e também não sendo possível ler as camadas em plásticos (para-choques, saias e etc), temos uma grande vantagem que é o fato deste modelo apresentar duas casas decimais na leitura das camadas. Isso nos traz uma maior gama e amplitude nas analises, trazendo mais segurança se comparado ao modelo EM-2771 no momento de executarmos os serviços de detalhamento de pintura (polimento, cristalização, espelhamento, etc). Vamos ver em detalhes no vídeo o processo de uso, calibragem e analises oferecidas pelo modelo GX-CT01 em formato de review (avaliação e teste de uso).
Updates! 12/03/2016: GX-PRO-CT01 apresentando problemas e inconsistência na medição de espessuras altas como resolver? Recentemente fiz alguns testes com pequenas pontas de prova de 1000 mícrons, o que equivale à 1 milímetro de espessura. O que notei foi que este valor dava muito abaixo do esperado, cerca de 0,7mm ou 700 mícrons, algo bem fora do limite de tolerância determinado pelo fabricante. Na hora pensei que fosse algum defeito, pois no manual não existe especificação de calibragem do limite máximo do equipamento, só existe o processo para calibrar com chapa crua (0mm ou 0 mícrons). Felizmente postei esse problema e recebi uma informação importante sobre esse equipamento, vinda de um espectador americano do nosso canal. Qual a solução para esse defeito? Devemos fazer a calibragem do limite superior do nosso equipamento, que se dá com uma ponta de prova de 1000 mícrons (1mm). O primeiro ponto é que esse equipamento não vem com pontas de prova para aferição, como os modelos mais profissionais vem junto em seu estojo, qual é o primeiro passo então? Simples: Vá em uma loja que trabalha com chapas acrílicas e peça um pedacinho de chapa de 1mm, assim você poderá fazer a calibragem do seu equipamento sem problemas. Eles possuem diversas outras espessuras portanto vale a pena pegar pedaços em espessura menor para fazer aferir seu micrometro digital. Feito isso, como fazer para calibrar os 1000 mícrons em seu equipamento? O processo é simples: 1. Você deve calibrar ele para a chapa nua nos dois materiais, ferroso e não ferroso, conforme o procedimento já detalhado no vídeo acima. 2. Confira a medição do aparelho para os dois tipos de metal com sua chapinha de acrílico de 1mm. Caso a variação seja superior à 1 ou 2% conforme o fabricante tolera, você deve calibra-lo para que reconheça essa medida como 1000 mícrons ou 1mm. 3. Com o tipo de material selecionado como Fe, tire uma medida e segure o botão Fe/Ne por 5 segundos. A palavra "CAL" irá aparecer no visor. Rapidamente posicione o medidor de espessura sobre a chapa Fe com sua chapinha de acrílico de 1mm por cima, logo você verá a indicação de 1.00mm no visor de seu medidor de espessura. 4. Faça o teste novamente medindo a espessura da chapa Fe + seu pedacinho de acrílico de 1mm. 5. Faça o teste sem a chapinha de 1mm. 6. Caso o resultado não seja 0.00mm, faça o processo de calibragem de 0.00mm conforme o passo 2 (já detalhado no vídeo). 7. Para calibrar com a chapa NfE (metal não ferroso), faça o mesmo processo porém antes de iniciar o passo à passo mude o tipo de material de Fe para NfE. Pronto! Seu medidor de espessura está agora aferido também para medidas altas. Esse processo é fundamental para trazer confiabilidade à seu trabalho de aferimento. Espero que tenham gostado das novas dicas de uso do equipamento. Envie suas sugestões de temas relacionados à Análise de Pintura utilizando o Medidor de Espessura nos comentários! Um abraço e até o próximo.
Fala pessoal, tudo bem? Neste post iremos mostrar a análise da pintura automotiva na prática utilizando o medidor de espessura já apresentado anteriormente (clique aqui para ver o artigo) no blog. Equipamento Utilizado: Medidor de Espessura EM-2771. Demonstrativo prático da identificação de peças repintadas, retocadas ou que já passaram por algum serviço de funilaria anteriormente.
Espero que tenham gostado das novas dicas de uso do equipamento. Envie suas sugestões de temas relacionados à Análise de Pintura utilizando o Medidor de Espessura nos comentários! Um abraço e até o próximo.
Fala galerinha, tudo bem? Estamos hoje apresentando mais um teste e review de ferramentas para vocês: Medidor de Espessura de Tinta Automotiva. Muito se fala sobre esse equipamento na área de detail (detalhamento, embelezamento automotivo) para mensurar as camadas de tinta e verniz antes do polimento mas, como será que isso realmente funciona? A menos que se invista em um equipamento de ponta capaz de mensurar precisamente as camadas de fundo, tinta e verniz separadamente, teremos somente um auxilio na tomada de decisão na hora de polir, lixar a pintura antes do espelhamento e etc. No que o medidor de espessura ajuda?
A identificar áreas repintadas.
A usar uma medida básica (padrão) de pintura automotiva para saber se podemos polir com maior ou menor abrasão, especialmente lixar a pintura no processo de espelhamento ou remoção de riscos mais profundos que não sairão no polimento.
Qual é o equipamento do vídeo? Medidor de Espessura ou Camadas EM-2771.
Qual a maior limitação do equipamento? A precisão em casas decimais. Ele faz a medição somente com uma casa decimal de precisão. Isso nos impacta quando queremos, por exemplo, saber o debaste total da pintura no momento de um polimento mais agressivo envolvendo o lixamento (normalmente chamado de espelhamento de pintura). Qual é a dica geral para uso deste equipamento? Controlar em uma planilha diversos cenários de uso e medições, para usar como base estatística no processo de polimento ou repintura. O cruzamento dos dados, englobando a sua experiência visual na identificação da pintura, lhe trará benefícios no aspecto de saber quando trabalhar polimento menos abrasivos e quando você poderá lixar a pintura para fazer um polimento mais agressivo. Não existe regra e nem um parâmetro "milagroso" que lhe faça saber exatamente por qual caminho fazer o polimento, porém, tomando como base os valores aceitáveis e padrões do processo de pintura automotiva, este mecanismo nos traz segurança quando trabalhamos o polimento. Outro ponto muito legal é para quem trabalha com análise de pintura pois podemos identificar áreas repintadas com boa precisão. Lembre-se: Quanto maiores os valores, maiores são as camadas de material que temos sobre a peça e, maiores são os perigos de nos depararmos com problemas de repintura, como lixar uma área mascarada com casca de laranja e termos um mapeamento de massa aparecendo sobre a área que polimos anteriormente. Espero que tenham gostado do post e do vídeo. No próximo iremos mostrar a análise de repintura na prática, com este modelo de entrada básico. Forte abraço e até o próximo! Anexo 1: Comentários pessoais sobre como avaliar a compra de um medidor de espessura, postado originalmente no forum detailbrasil: "2 pontos que eu considerei na compra:
1. Precisão em casas decimais. 2. Fato de medir plásticos ou não.
A calibração, de modo geral, é sempre algo "simples" pois nada mais é do que dizer ao equipamento que você está medindo algo com 0 mícrons de espessura em cima do material.
Outra coisa interessante é ter uma base comparativa para as medições, não adianta comprar o medidor de espessura e não ter finalidade para o trabalho, usar por usar sem ajudar no seu dia a dia. Digo isso porquê, de que adianta ter uma medida de espessura de TODA a camada aplicada sobre a chapa e mesmo assim não poder saber se lixa, se não lixa, e etc? Ele sozinho só ajuda a tomar decisões, mas não te dá exatidão em alguns questionamentos que somos levados à crer que o medidor de espessura resolveria.
Os modelos mais completos na maioria das vezes diferem por medir plásticos e também por armazenar dados estatísticos, isso pode te ajudar à médio e longo prazo, para fazer um dashboard com detalhes que te ajudam na tomada de decisões. AGORA, se você só quer algo simples para te dar uma força em repinturas e etc, um modelo básico até com uma casa decimal de precisão já está "mais que bão"."