Sabe aquele defeito mais temido pelo pintor ou reparador automotivo da área de pintura e estética?
Pois bem, é o escorrido!
Muitas vezes pintamos o carro ou peças em casa ou na oficina e, no mesmo momento ou pouco depois, o escorrido acontece!
A pintura está muito boa e em alguns pontos ou algum ponto ela escorre. Muitas vezes é possível amenizar ou até mesmo resolver o problema por completo, porém, é
preciso levar em conta alguns pontos importantes, tais como a severidade dos danos e o estado geral da pintura.
Já trabalhamos no canal com a remoção localizada de um escorrido pequeno, de uma maneira diferente da que vamos tratar agora:
Vamos remover um defeito extremamente severo da pintura com segurança e eficiência, usando a técnica com massa rápida, acrilica, kombi filler.
Todas as massas acima são semelhantes e possuem o mesmo padrão de uso, consistência e facilidade de lixamento, não se preocupe pois isso não irá danificar a pintura.
Fotos detalhadas do estado da "repintura" apresentada no vídeo:
Como fazer para remover escorridos graves sem comprometer a pintura?
Obviamente que seu defeito deverá ser bem mais suave do que o mostrado nesse artigo, porém, é possível na maioria dos casos remover os escorridos e fazer a
finalização e acabamento final da peça sem a necessidade de repintar.
Porém, em casos graves de defeitos muito espalhados pela peça, certamente a repintura é o mais rápido e correto, pois o tempo que se gasta fazendo o processo de
remoção de escorridos de uma peça grande será maior do que fazer a pintura novamente.
Resultado:
Existem mais técnicas de remoção de escorridos, se você quer aprender mais sobre o tema, deixe seu gostei no vídeo, inscreva-se no canal e deixe sua mensagem para que eu saiba e possa trabalhar em novos mecanismos de remoção de escorridos.
Fala pessoal, tudo bem? Neste post iremos mostrar a análise da pintura automotiva na prática utilizando o medidor de espessura já apresentado anteriormente (clique aqui para ver o artigo) no blog. Equipamento Utilizado: Medidor de Espessura EM-2771. Demonstrativo prático da identificação de peças repintadas, retocadas ou que já passaram por algum serviço de funilaria anteriormente.
Espero que tenham gostado das novas dicas de uso do equipamento. Envie suas sugestões de temas relacionados à Análise de Pintura utilizando o Medidor de Espessura nos comentários! Um abraço e até o próximo.
Olá pessoal, tudo bem? Hoje iremos dar inicio à nossa nova série que trata do tema "Retoque de Pintura Automotiva". Neste novo passo à passo iremos abordar o tema do retoque de pintura utilizando a técnica de alongamento com tinta PU. Quais serão os temas abordados na série?
Como recuperar para-choques trincados.
Como fazer o reparo pontual dos danos para fazer retoque de pintura.
Qual o material necessário para fazer os reparos?
Dicas sobre os mecanismos possíveis para recuperar peças plásticas como para-choques.
Limitações do processo de reparo.
Danos que saem com polimento (vídeos à parte).
Recuperação de farol automotivo de vidro (vídeos à parte).
Micro Pintura em danos pontuais (vídeos à parte).
Processo de aplicação de massa poliéster e fundo pu.
Processo de lixamento da peça para o reparo e nivelamento com massa poliéster.
Processo de lixamento da massa para aplicação de fundo.
Processo de lixamento localizado do fundo.
Processo de lixamento da pintura para o alongamento.
Princípios do retoque de pintura PU: Técnica de alongamento de tinta.
Diferenças entre o retoque com tinta PU e poliéster + verniz PU.
Como fazer o retoque de pintura (prático).
Como usar thinner mata retoque.
Princípios básicos sobre o polimento em áreas de retoque.
Polimento em áreas de pintura retocadas.
Cuidados básicos na etapa de polimento e acabamento final.
Dentre outras dicas e tópicos que serão abordados detalhadamente nesta série com 5 vídeos.
Vamos ao primeiro capitulo?
No próximo vídeo iremos abordar o tema "como aplicar o fundo em áreas de retoque".
Palavras-chave: recuperar para-choque, como soldar para-choque, como recuperar para-choque trincado, como recuperar para-choque quebrado, para-choque trincado tem conserto?, como consertar para-choques, restauração de para-choques, recuperação de para-choque, retoque de para-choque, tirar risco de para-choque, como restaurar para-choque trincado, como fazer retoque de pintura, como retocar pintura automotiva, o que precisa para retocar um carro, retoque de pintura como se faz, como fazer retoque de pintura sem deixar manchas, como retocar sem manchar, como retocar carros, como retocar uma pintura, como retocar para-choque arranhado, como retocar para-choque esfolado, como se faz retoque sem degrau, como retocar pintura branca, branco sólido como retocar, carro brando dá retoque, como fazer retoque de pintura perfeito, alongamento de tinta, técnica de alongamento de tinta, lastro de tinta, como polir retoque, como fazer retoque sem deixar rastros, como se retoca um carro, como se retoca uma pintura, curso de retoque de pintura automotiva, curso de pintor automotivo grátis, vídeo aulas de pintura com pistola, técnicas de retoque de pintura automotiva, como soldar para-choque, solda plástica, solda plásticos, como soldar plásticos, como soldar para-choque de plástico,
Confiram nossa nova série de vídeos sobre dúvidas relacionadas ao material do nosso canal. Seção: T1. Tema: Pintura Automotiva. Número de questões: 4. Playlist com todos os vídeos sobre dúvidas de Pintura Automotiva no Youtube: https://www.youtube.com/playlist?list=PLOBwobDiU6xMS-y61gGQExJwESXcoaBLl Questões respondidas cada vídeo: 1. O que é a atomização da tinta na pistola de pintura? Quais os impactos da regulagem da pistola de pintura no momento do uso?
2. Qual a durabilidade da massa poliéster, massa plástica, massa rápida automotiva após a pintura? 3. Como evitar defeitos em repintura automotiva? (Parte 1) 4. Qual compressor de ar utilizar para fazer a pintura de um carro inteiro? No próximo vídeo teremos a questão 2 respondia. Envie suas sugestões, dúvidas e comentários! Um abraço e até a próxima! www.rodrigogsi.com.br
Olá pessoal, tudo bem? Muitas pessoas me enviam dúvidas sobre uso de massa nos reparos, não só automotivos na área de funilaria e pintura, mas também na área de micro pintura e até mesmo na construção civil e marcenaria. Nesse artigo iremos debater bastante o tema "massa para correção de defeitos", seja ela para uso automotivo (o qual é o nosso foco principal) ou em outras áreas. Bom, primeiro de tudo, para que serve a massa automotiva? Para correção de pequenas imperfeições na chapa, riscos profundos na lataria, pequenos amassados, pequenas batidas de pedra e danos mais profundos que em geral não são removidos com o uso de primers (fundos de pintura). Como aplicamos a massa? Normalmente com os seguintes acessórios:
Espátula celuloide: O mais comum mecanismo de aplicação da massa, sendo levemente flexível ao ponto de preencher bem a maioria dos médios danos que precisamos reparar. Facilmente encontrado em lojas de tinta.
Espátulas rígidas: Utilizadas normalmente para preenchimentos localizados aonde visamos um enchimento localizado em áreas completamente planas.
Espátulas de silicone flexível: São as famosas espátulas de cozinha, utilizadas com massas mais suaves como acrílica e rápida, à fim de preencher pontualmente pequenos danos e riscos. Amplamente utilizada na área de micro pintura.
Bisnagas com pontas: Utilizadas para preenchimento de união entre chapas de aço, frestas em madeira, emendas de pias de granito e etc, aonde precisamos selar as áreas para evitar infiltrações de água ou dar acabamento antes da pintura. Também utilizada para preenchimento localizado de riscos em áreas onduladas, como nas quinas dos veículos.
Quais os tipos de massa disponíveis no mercado?
Basicamente podemos dividir a massa automotiva em 3 grupos:
Massa Rápida (Massa Kombi Filler, Massa Acrílica, Massa para Pequenos Reparos): São massas no geral com alto poder de preenchimento e alto padrão de acabamento para danos pontuais e pequenos, cobrindo perfeitamente sem produzir um acabamento poroso. Não são catalisadas, ou seja, secam por evaporação e são mais sensíveis à danos após o reparo. No uso em repintura, na maioria dos casos (para a maioria das marcas) devem ser aplicadas sempre após o uso do fundo ou composto que isole a chapa. Se aplicada em grande quantidade e em excesso, poderá trincar e se desprender facilmente da pintura, sendo muito mais sensível e suscetível à trincas que podem causar os famosos pés de galinha após a pintura.
Massa Plástica: A evolução da massa rápida. Esta massa já é catalisada e normalmente possuí um catalisador líquido. A massa obrigatoriamente deve ser utilizada com o catalisador, sendo ambos misturados na proporção correta para o correto funcionamento. Em geral podem ser aplicadas na chapa nua e em superfícies devidamente lixadas. Possuí alto poder de preenchimento porém certo grau de porosidade após o uso. O lixamento é mais duro do que o de massas rápidas. Deve ser aplicada em até 5 minutos após a catalise, caso contrário ela irá secar e não poderá ser mais aplicada, perdendo aderência e capacidade de preenchimento, por ficar dura demais para uso. Seca em aproximadamente uma hora e possuí leve grau de flexibilidade. Se aplicada em excesso, pode trincar facilmente assim como a massa rápida, porém sua aderência é maior. São mais resistentes e possuem maior aderência que as massas do grupo "rápida".
Massa Poliéster: A massa poliéster também é catalisada, porém o mecanismo de catalise é com um composto semelhante à massa, sendo mais fácil de utilizar do que a massa plástica com catalisador líquido, por ter seu mecanismo de mistura mais intuitivo e fácil. O catalisador normalmente vem em uma bisnaga. A vantagem da massa poliéster é, em termos gerais, possuir um acabamento mais fino e mais flexível do que a massa plástica, mais versátil, podendo ser utilizada inclusive no reparo de peças plásticas em áreas maiores do que a massa plástica. Embora seja mencionado que seu acabamento é mais fino que o da massa plástica, isso não deixa de fora o fato de ser uma massa com acabamento mais rústico que a massa rápida.
Agora que já temos uma visão geral sobre os 3 grupos principais de massa automotiva, aonde cada uma delas se encaixa?
Massa Rápida Massa Kombi Filler, Massa Acrílica, Massa para Pequenos Reparos:
Nos dias de hoje, dizemos que o Fundo (primer) PU faz a substituição desse componente na área da repintura automotiva. Antigamente a massa rápida era utilizada para tapar os poros e eliminar pequenas imperfeições do lixamento e aplicação da massa plástica. Muitos reparadores faziam o uso da massa rápida como meio de isolar a camada de massa plástica antes da repintura, seja para usar um fundo universal ou até mesmo partir diretamente para a pintura.
Portanto: A massa rápida não deve mais ser utilizada como meio de eliminação de imperfeições do uso de outras massas e compostos, esse processo fica à cargo do Fundo PU de enchimento ou isolamento (na maioria dos casos).
Todavia, a massa rápida ainda é uma aliada para reparos que passaram batidos após a aplicação e lixamento do fundo pu no processo de pintura (sem a necessidade de reaplicação do fundo, por já ter uma coloração próxima ao fundo na maioria dos casos), ou em peças aonde precisamos remover pequenos danos pontuais antes de fazer a pintura sem exposição da chapa. Um dica de uso muito interessante é para remover pequenas marcas e riscos em borrachões e frisos laterais automotivos, como poderemos ver nos vídeos que serão postados no final do artigo. Outra finalidade para o uso da massa rápida é na área de micro pintura automotiva, servindo como mecanismo de preenchimento de riscos profundos antes de fazermos o reparo com tinta e verniz, por possuir lixamento muito fácil e alto poder de acabamento e preenchimento, evitando o aspecto poroso da massa plástica e poliéster, podendo inclusive na maioria dos casos ser aplicada e lixada uma única vez (dando o acabamento final em uma única aplicação). É uma massa muito suave para ser utilizada, de fácil aplicação e lixamento.
Não é recomendada para preenchimento em danos médios ou grandes, como pequenas ondulações de chapa com áreas ligeiramente grandes, pois possuí uma aderência menor do que as massas catalisadas, sendo também mais sensível ao destacamento.
Disponível em bisnagas e em latas, recomendo para uso pequeno (esporadicamente) a bisnaga pois a massa presente na lata tende a secar facilmente se não utilizada em um período de tempo razoável, ou seja, caso você use poucas quantidades regularmente abrindo e fechando lata diversas vezes, o ideal é utilizar a bisnaga pois ela se conserva por um período de tempo muito maior para o uso.
Massa Plástica:
Esse tipo de massa já exige mais paciência e atenção no uso, por ser um composto catalisado que se utilizado incorretamente, lhe trará problemas de aderência e dificuldade de aplicação e acabamento incorreto. O preenchimento é prejudicado conforme a massa vai secando no momento do uso, isso causa falhas de acabamento e até mesmo buracos.
Qual é a dica de uso? Catalisar pequenas partes de massa. Aplicar sempre em uma passada, evitando espatular muito a massa no reparo. Utilizar toda a quantidade de massa catalisada em até 5 minutos após a catalise. Obedeça muito bem a quantidade de massa e catalisador que deve ser utilizado junto com a massa plástica.
A massa plástica, ao contrário da massa rápida, pode ser utilizada para preenchimentos maiores na área de funilaria e pintura, além de ser amplamente utilizada no ramo residencial para vedação de diversas peças na área interna e externa, por possuir alta resistência a intempéries e alto poder de aderência. Pode também na maioria dos casos ser utilizada diretamente sobre a chapa nua na repintura automotiva, e em qualquer outro processo de reparo em chapas devidamente lixadas e preparadas para receber a massa. Possuí alto poder de enchimento, porém, para danos pequenos e pequenos riscos como os tratados em micro pintura, ela não é a melhor opção pois normalmente necessita de mais de uma aplicação para dar um padrão de acabamento desejado (uma demão, lixamento, outra demão cruzada seguida enfim do lixamento e acabamento final). Por secar por reação química, normalmente está pronta para lixamento antes da massa rápida. Na maioria dos casos ela irá secar em um período de uma hora.
Uma desvantagem é o fato de que na maioria dos casos os catalisadores são líquidos, dificultando a catalise intuitiva. Para isso, precisamos utilizar balanças para pesar e catalisar corretamente a massa conforme o vídeo abaixo:
O seu uso é muito versátil. Pode ser aplicada na maioria das peças da carroceria de um veículo, em vedações em construção civil e em peças que não vão sofrer torção e não necessitam de flexibilidade. É a massa mais fácil de se encontrar em lojas não só de artigos para pintura automotiva, mas também em materiais de construção à um preço convidativo, se tornando uma excelente opção ao famoso silicone e compostos mais fracos (não catalisados) para unir peças como calhas, tapar buracos em telhados e etc. É mais rígida para lixar do que a massa rápida.
Massa Poliéster:
A evolução da massa plástica, disponível em várias marcas e até mesmo com diversos padrões de acabamento e coloração. Se diferencia da massa plástica por ser mais fácil de utilizar e catalisar. Possuí em geral maior flexibilidade do que a massa plástica e o tempo de uso após catalisada é o mesmo (cerca de 5 minutos), embora na maioria dos casos tenha o processo de secagem mais rápido do que a massa plástica.
Utilizada nos mesmos cenários que a massa plástica, pode também ser utilizada em pequenos reparos de peças plásticas como para-choque e saias laterais automotivas.
O seu valor é normalmente maior do que a massa plástica, sendo um material mais focado à área de reparos automotivos. Não é fácil de se achar em lojas não especializadas, devido ao seu maior custo e até mesmo à embalagens normalmente maiores do que as de massa plástica.
Pode ser aplicada sobre a chapa nua ou em áreas devidamente lixadas no processo de repintura automotiva, possuí alto poder de aderência e alta resistência à intempéries e solventes após completamente seca.
Agora, vamos refletir sobre o uso de cada uma delas.
Massa Rápida:
Reparei uma pintura, ao final do lixamento do fundo, descobri um pequeno risco ou uma pequena porosidade da massa poliéster que não saiu no lixamento. Devo voltar à aplicar fundo? Não necessariamente. Você pode aplicar e lixar pontualmente a massa rápida ou acrílica para pequenos reparos, fazendo o lixamento com lixas P400 ou P600 e acabamento com P600 ou P800, sem a necessidade de reaplicar fundo na área da massa.
Micro pintura automotiva: Se você aplicar a massa plástica ou poliéster, o lixamento deverá ser efetuado com lixas mais grossas e a porosidade irá comprometer o reparo. Fatalmente você irá estender a área do reparo e irá necessitar de retoque.
Vídeos de reparos efetuados com massa rápida e massa kombi filler:
Exemplo de possível reparo após aplicação do PFV (preto fosco vinílico) ou Fundo PU:
Exemplo de reparo em massa poliéster e riscos de lima:
Exemplo de reparo em escorrido de pintura:
Exemplo de reparo em escorrido de fundo PU:
Exemplo de reparo em micro pintura automotiva:
Massa plástica ou poliéster:
Remoção de pequenos amassados e ondulações de reparos em chapas na repintura automotiva.
Reparos em para-choques e peças plásticas.
Reparos de danos em peças que serão repintadas ou retocadas com técnicas tradicionais (exceto micro retoques da área de micro pintura).
Vedações externas.
Exemplo de como utilizar a massa poliéster / plástica, lixar manualmente, lixar com politriz e lixadeira roto orbital:
Como catalisar a massa plástica corretamente:
Como preparar a chapa ou peça para aplicar a massa poliéster ou plástica? Utilize lixas P220 ou mais agressivas.
Lixamento e acabamento:
Massa Rápida e derivadas: Por ser muito mais suave e proporcionar um alto controle na aplicação, podemos utilizar as mesmas lixas utilizadas para o lixamento do fundo PU, que seriam as P320, P400, P600 e P800.
Massa Plástica, Poliéster e derivadas: Por serem massas mais rígidas, normalmente fazemos o lixamento com lixas P220 (existem casos de rebarbas excessivas que podemos utilizar uma P120 ou P180 e finalizamos com a P220).
Wash Primer: Antes ou depois da massa poliéster?
Uma das dúvidas frequentes é relacionada à aplicação de massa poliéster sobre a chapa nua ou com wash primer. Segundo a maioria dos fabricantes, a massa poliéster pode ser aplicada na chapa nua ou preparada, sem grandes problemas. Portanto: Eu uso diretamente na lata quando exposta (por exemplo nos vídeos dos reparos com a spotter) e faço o uso do wash primer após o lixamento e acabamento da massa poliéster. Tem dúvidas sobre o que é wash primer e como ele funciona? Clique aqui e confira tudo sobre o tema! ( http://rodrigogsi.blogspot.com/2017/07/camadas-de-produtos-de-pintura-automotiva-como-analisar-a-pintura-antes-de-polir-nocoes-basicas-de-pintura-para-polidores.html ) O wash primer pode ser aplicado até mesmo por cima da massa poliéster, não existe reação adversa com a massa.
Na peça de testes abaixo, à qual uso para fazer vídeos de demonstração para o canal, simulei 2 cenários comuns para quem faz esses trabalhos de pintura automotiva quando tem tempo livre: 1. Uso de lixas d'água para lixar massa aplicada diretamente na chapa nua.
A massa automotiva, especialmente à poliéster, é levemente porosa. A chance de infiltração de água é muito grande durante os reparos. Tal infiltração, mesmo que minima e por tempo muito curto, irá iniciar o processo de oxidação da chapa por debaixo da massa. O resultado disso irá aparecer no decorrer dos meses após o reparo. Se você lixar e já pintar, não irá notar tão rápido, porém os resultados serão sentidos após alguns meses de reparo. O que irá acontecer? A tinta / massa irá se desprender da peça facilmente, devido à ferrugem que se instalou debaixo das camadas de massa, tinta, fundo e etc. Em alguns casos serão notados pontos de oxidação mínimos, por debaixo da tinta, verniz e etc, os quais você não irá remover sem fazer a repintura completa da peça.
2. Exposição das áreas de massa poliéster e massa kombi filler à ação do tempo, sem isolamento pelo fundo. Aqui a infiltração de umidade poderá ser devido à exposição prolongada das áreas de massa à ação do tempo, mesmo que sem pegar chuva, somente com umidade do ar, uso de panos úmidos para limpeza com frequência, uso de água para lavagem da peça com frequência e etc. Por isso o recomendado é fazer essas etapas de reparação e já isolar com fundo, mesmo que localizadamente, como fizemos na série de funilaria e pintura. Assim você minimiza ou isola a chance de infiltração nas áreas de massa automotiva.
Vale lembrar que, na série funilaria e pintura automotiva, os 2 cenários acima foram forçados, ou seja:
Fiz o lixamento com água para ensinar vocês como fazer o lixamento à base d'água usando a politriz roto orbital. Confira o vídeo clicando aqui!
A chapa ficou exposta por mais de 12 meses à ação do tempo, recebendo inclusive chuva em baixa intensidade, sendo limpa com pano úmido e etc com frequência.
Ferrugem por baixo da massa / fundo pu após lixamento base d'água.
Portanto, muito cuidado ao parar os reparos em seu carro e não tomar os devidos cuidados com as áreas de chapa exposta (nua) e massa aplicada após reparos pois você pode ter trabalho com a ferrugem que irá atingir esses pontos.
Qual a solução quando a ferrugem está por baixo da massa?
Lixar tudo até remover por completo a ferrugem e reaplicar a massa.
Vale lembrar que, como falo nos vídeos, caso a área de aplicação da massa poliéster seja uma área com uma base sólida, tal como tinta pu, verniz pu, fundo pu e etc, a chance de ocorrer infiltração é praticamente nula.
Ou seja, caso você esteja pintando uma peça que você "queimou na lixa", não há problemas em usar o lixamento à úmido nas áreas que aplicar massa, porém, deixe sempre a peça secar muito bem antes de aplicar o fundo e fazer a pintura.
Para remover a ferrugem localizadamente eu recomendo o uso de discos no padrão streap tease.
Ainda tem dúvidas sobre as diferenças entre as massas rápidas e massas catalisadas? Assista ao vídeo abaixo sobre outros aspectos e diferenças entre as massas automotivas.
Nota: Danos e amassados profundos devem ser tratados com repuxo, e não com massa, por dificuldade de acabamento.
Tentei reunir todo o meu material sobre massa e seus respectivos cenários de uso e aplicações práticas e teóricas, espero que tenham gostado do artigo e se gostaram, não deixem de escrever seu recado para nós e sugerir novos temas.
Olá pessoal, tudo bem? Neste capítulo iremos abordar o tema "lixamento de fundo primer pu" utilizando tacos de borracha macios para lixamento com lixas a base d'água. Quais as vantagens em utilizar lixas a base d'água neste processo? Muitas pessoas acreditam que o uso do lixamento à base d'água é mais limpo, sendo essa uma das vantagens. Pelo pouco contato que tenho com a área de repintura automotiva, pude notar que o uso de lixas d'água proporcionam um acabamento mais fino nas peças em que estamos trabalhando, outro ponto positivo para este mecanismo de lixamento. Quais as desvantagens de utilizar lixas d'água? O uso da água é o primeiro ponto, o que deve ser feito sempre com moderação, aproveitando ao máximo possível a quantidade de água utilizada. Por isso recomendo sempre o uso de borrifadores. Em segundo lugar o desgaste da lixa. A lixa d'água perde sua eficiência mais rápido do que as lixas à seco. Em terceiro, o uso da água em áreas de chapa exposta e lixamento grosso (com maior poder de desbaste), pois favorece o surgimento de oxidação. Em quarto lugar temos o ponto da água penetrar na massa, especialmente poliéster e plástica, por ter maior quantidade de poros, favorecendo infiltrações que poderão trazer danos ao processo de repintura, tais como surgimento de bolhas, mapeamento e descascamento de tinta / verniz ou fundo. Por esses motivos que faço o uso do lixamento à base d'água somente após a aplicação do fundo na peça em que estamos reparando. Vamos ao vídeo?
Lixa utilizada: P600. Precisa de tacos para lixamento sob medida? Consulte nosso site www.rodrigogsi.com.br e entre em contato conosco para desenvolvermos o projeto de taco para lixamento para você. No próximo vídeo já estaremos finalizando o processo de recuperação da peça dando inicio à pintura. Um abraço e até a próxima!
Olá pessoal, tudo bem? Estamos dando inicio a nossa nova série sobre pintura automotiva no canal. Nesta série iremos ver na prática como fazer uma pintura automotiva com o máximo possível de qualidade em nossa casa. Qual o pré requisito inicial em termos de ambiente? - Instalação elétrica para compressores de ar. - Garagem coberta que não pegue sol e nem chuva. Nos posts eu pretendo passar uma visão sobre o material necessário, bem como alguns valores de produtos, para que seja possível ter uma ideia de quanto iremos gastar em material para realizar esse tipo de serviço. Para começar os reparos gastamos entre 2 e 5 mil reais entre pistolas de pintura, ferramentas e material necessário para pintura. Qual é o primeiro passo? Comprar dos seguintes produtos: - Mascara respirador contra vapores orgânicos. - Luvas e óculos de proteção. - Lixas para funilaria e lixamento de pinturas: Recomendo 3M, nas configurações P120, P180 e P220. - Massa poliéster para reparos em pequenos riscos e pequenos amassados. - Espátulas para aplicação de massa. - Solução desengraxante. - Panos velhos. - Recipiente para manipulação de massa. - Taco rígido. - Taco macio. - Fita crepe automotiva. Nesse material você irá gastar entre 200,00 à 250,00 reais, dependendo de quais produtos escolher e da quantidade. No processo de correções e lixamento inicial não precisamos ainda do compressor e demais ferramentas, iremos agora ao vídeo e depois conversaremos sobre lixadeiras, pistolas e compressores. Agora precisamos conhecer os defeitos e nos prepararmos da melhor maneira possível para soluciona-los!
No próximo vídeo iremos conferir como abordar o lixamento dos pontos críticos e como trabalhar sobre a peça de modo à remover os amassados graves. Obrigado e até a próxima!
Olá pessoal, tudo bem? Recebi recentemente no canal uma dúvida de um amigo e resolvi responder em vídeo. O tema é: Como identificar (ou tentar) uma repintura (peça repintada) ou retoque na pintura do seu carro? Assistam as dicas no vídeo!
Confira abaixo os exemplos de problemas em reparos de pintura automotiva oriundos de falhas no processo de funilaria e pintura: 1. Problemas com desplacamento de tinta (falta de aderência da pintura):
2. Problemas e defeitos de preparação de chapa inadequada / uso de selante após aplicação da tinta sem obedecer período mínimo de cura de 30 dias (murchamento da pintura):
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