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terça-feira, 17 de março de 2020

Na Garagem #13: Massa poliéster não seca! O que acontece se não usar catalisador na massa plástica ou poliéster? O que fazer quando a massa poliéster não seca? O que fazer quando a massa plástica não seca?

Salve galera!

O que vai acontecer se não usar catalisador na massa plástica ou poliéster?

O que vai acontecer se a quantidade de catalisador for menor do que o necessário?


A massa não irá secar. Mesmo após dias ela não irá secar e irá ficar com textura emborrachada, inviabilizando lixamento e não funcionando no reparo.

Abaixo um vídeo mostrando a massa não catalisada que não secou na pintura:



Como resolver?

Retirar toda a massa com auxílio de espátula e reaplicar seguindo o mecanismo de uso correto recomendado pelo fabricante.

Tem dúvidas sobre o uso de massa plástica ou poliéster?


Dúvidas sobre quais são as massas utilizadas em funilaria e pintura automotiva?


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Obrigado e até o próximo!

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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Princípios do uso de massa poliéster para pequenos reparos: Dicas de uso para massa de funilaria e pintura!

Olá pessoal.

Hoje nosso tema são dicas de uso de massa poliéster, que também se aplicam à massas plásticas e massas catalisadas de modo geral.

Temos no mercado basicamente 2 tipos de massa para reparo automotivo:

- Massa rápida não catalisada (massa rápida, massa acrílica, etc).
- Massa catalisada (poliéster, plástica, extra light, etc).

Não sabe quais as diferenças entre massas na área de funilaria e pintura?

Confira em nosso artigo e vídeo aula clicando no link abaixo!

http://rodrigogsi.blogspot.com/2015/04/tudo-sobre-massa-utomotiva-massa-rapida-poliester-plastica-acrilica-quando-usar-massa.html

Agora que você já sabe sobre massa automotiva, estamos aptos à passar algumas dicas sobre o uso da massa poliéster e massa plástica.

Tais massas são amplamente utilizadas em todos os tipos de reparo automotivo, sendo mecanismos versateis para correção de pequenos amassados e ondulações, além de riscos e ralados inclusive em para-choques e peças plásticas em geral.



Detalhes importantes que não foram abordados no vídeo:

1. Faça o teste do solvente antes de usar a massa, caso tenha uma superfície volátil, lixe mais ou aplique o fundo PU após bom lixamento e antes de usar a massa poliéster.



2. A massa poliéster pode ser aplicada antes e após o fundo.
3. Evite usar espatulas sujas com massa seca para não riscar a massa no momento da aplicação.
4. Verifique se a massa está completamente seca apertando com a unha após no mínimo 30 minutos de aplicação.
5. Quanto mais espessa a massa sobre a peça, mais frio, mais úmido maior será o tempo de secagem.


Tem dúvidas sobre o uso da massa poliéster? Assista aos vídeos abaixo para ver o material completo sobre massa poliéster.





P.S. Vídeo aulas retiradas do curso on-line de repintura automotiva básica.

Quanto mais espessa for a camada de massa, menor é a flexibilidade da área reparada.

O controle de lixamento ajuda muito à identificar os poros e marcas de lixa profundas que necessitam de refino e reaplicação de massa.



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quinta-feira, 25 de junho de 2015

rodrigogsi Tira Dúvidas sobre Pintura Automotiva Seção T1: Parte 2 - Qual a durabilidade da massa poliéster, massa plástica, massa rápida automotiva após a pintura?

Confiram nossa nova série de vídeos sobre dúvidas relacionadas ao material do nosso canal.

Seção: T1.

Tema: Pintura Automotiva.

Número de questões: 4.

Playlist com todos os vídeos sobre dúvidas de Pintura Automotiva no Youtube:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLOBwobDiU6xMS-y61gGQExJwESXcoaBLl

Questões respondidas cada vídeo:

1. O que é a atomização da tinta na pistola de pintura? Quais os impactos da regulagem da pistola de pintura no momento do uso?



2. Qual a durabilidade da massa poliéster, massa plástica, massa rápida automotiva após a pintura?




3. Como evitar defeitos em repintura automotiva? (Parte 1)

4. Qual compressor de ar utilizar para fazer a pintura de um carro inteiro? 

No próximo vídeo teremos a questão 3 respondia.

Envie suas sugestões, dúvidas e comentários!

Um abraço e até a próxima!

www.rodrigogsi.com.br

quinta-feira, 18 de junho de 2015

rodrigogsi Tira Dúvidas sobre Pintura Automotiva Seção T1: Parte 1 - O que é atomização de tinta na pistola de pintura?

Confiram nossa nova série de vídeos sobre dúvidas relacionadas ao material do nosso canal.

Seção: T1.

Tema: Pintura Automotiva.

Número de questões: 4.

Playlist com todos os vídeos sobre dúvidas de Pintura Automotiva no Youtube:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLOBwobDiU6xMS-y61gGQExJwESXcoaBLl

Questões respondidas cada vídeo:

1. O que é a atomização da tinta na pistola de pintura? Quais os impactos da regulagem da pistola de pintura no momento do uso?



2. Qual a durabilidade da massa poliéster, massa plástica, massa rápida automotiva após a pintura?

3. Como evitar defeitos em repintura automotiva? (Parte 1)

4. Qual compressor de ar utilizar para fazer a pintura de um carro inteiro? 

No próximo vídeo teremos a questão 2 respondia.

Envie suas sugestões, dúvidas e comentários!

Um abraço e até a próxima!

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terça-feira, 21 de abril de 2015

Os diferentes tipos de massa automotiva e princípios de uso: Massa rápida / acrílica, massa plástica e massa poliéster - Quando usar cada uma delas? Como usar? Quais as diferenças entre elas?

Olá pessoal, tudo bem?

Muitas pessoas me enviam dúvidas sobre uso de massa nos reparos, não só automotivos na área de funilaria e pintura, mas também na área de micro pintura e até mesmo na construção civil e marcenaria. Nesse artigo iremos debater bastante o tema "massa para correção de defeitos", seja ela para uso automotivo (o qual é o nosso foco principal) ou em outras áreas.

Bom, primeiro de tudo, para que serve a massa automotiva?

Para correção de pequenas imperfeições na chapa, riscos profundos na lataria, pequenos amassados, pequenas batidas de pedra e danos mais profundos que em geral não são removidos com o uso de primers (fundos de pintura).

Como aplicamos a massa?

Normalmente com os seguintes acessórios:


  • Espátula celuloide: O mais comum mecanismo de aplicação da massa, sendo levemente flexível ao ponto de preencher bem a maioria dos médios danos que precisamos reparar. Facilmente encontrado em lojas de tinta.
  • Espátulas rígidas: Utilizadas normalmente para preenchimentos localizados aonde visamos um enchimento localizado em áreas completamente planas.
  • Espátulas de silicone flexível: São as famosas espátulas de cozinha, utilizadas com massas mais suaves como acrílica e rápida, à fim de preencher pontualmente pequenos danos e riscos. Amplamente utilizada na área de micro pintura.
  • Bisnagas com pontas: Utilizadas para preenchimento de união entre chapas de aço, frestas em madeira, emendas de pias de granito e etc, aonde precisamos selar as áreas para evitar infiltrações de água ou dar acabamento antes da pintura. Também utilizada para preenchimento localizado de riscos em áreas onduladas, como nas quinas dos veículos.
Quais os tipos de massa disponíveis no mercado?

Basicamente podemos dividir a massa automotiva em 3 grupos:
  1. Massa Rápida (Massa Kombi Filler, Massa Acrílica, Massa para Pequenos Reparos): São massas no geral com alto poder de preenchimento e alto padrão de acabamento para danos pontuais e pequenos, cobrindo perfeitamente sem produzir um acabamento poroso. Não são catalisadas, ou seja, secam por evaporação e são mais sensíveis à danos após o reparo. No uso em repintura, na maioria dos casos (para a maioria das marcas) devem ser aplicadas sempre após o uso do fundo ou composto que isole a chapa. Se aplicada em grande quantidade e em excesso, poderá trincar e se desprender facilmente da pintura, sendo muito mais sensível e suscetível à trincas que podem causar os famosos pés de galinha após a pintura.
  2. Massa Plástica: A evolução da massa rápida. Esta massa já é catalisada e normalmente possuí um catalisador líquido. A massa obrigatoriamente deve ser utilizada com o catalisador, sendo ambos misturados na proporção correta para o correto funcionamento. Em geral podem ser aplicadas na chapa nua e em superfícies devidamente lixadas. Possuí alto poder de preenchimento porém certo grau de porosidade após o uso. O lixamento é mais duro do que o de massas rápidas. Deve ser aplicada em até 5 minutos após a catalise, caso contrário ela irá secar e não poderá ser mais aplicada, perdendo aderência e capacidade de preenchimento, por ficar dura demais para uso. Seca em aproximadamente uma hora e possuí leve grau de flexibilidade. Se aplicada em excesso, pode trincar facilmente assim como a massa rápida, porém sua aderência é maior. São mais resistentes e possuem maior aderência que as massas do grupo "rápida".
  3. Massa Poliéster: A massa poliéster também é catalisada, porém o mecanismo de catalise é com um composto semelhante à massa, sendo mais fácil de utilizar do que a massa plástica com catalisador líquido, por ter seu mecanismo de mistura mais intuitivo e fácil. O catalisador normalmente vem em uma bisnaga. A vantagem da massa poliéster é, em termos gerais, possuir um acabamento mais fino e mais flexível do que a massa plástica, mais versátil, podendo ser utilizada inclusive no reparo de peças plásticas em áreas maiores do que a massa plástica. Embora seja mencionado que seu acabamento é mais fino que o da massa plástica, isso não deixa de fora o fato de ser uma massa com acabamento mais rústico que a massa rápida.
Agora que já temos uma visão geral sobre os 3 grupos principais de massa automotiva, aonde cada uma delas se encaixa?

Massa Rápida Massa Kombi Filler, Massa Acrílica, Massa para Pequenos Reparos

Nos dias de hoje, dizemos que o Fundo (primer) PU faz a substituição desse componente na área da repintura automotiva. Antigamente a massa rápida era utilizada para tapar os poros e eliminar pequenas imperfeições do lixamento e aplicação da massa plástica. Muitos reparadores faziam o uso da massa rápida como meio de isolar a camada de massa plástica antes da repintura, seja para usar um fundo universal ou até mesmo partir diretamente para a pintura.
Portanto: A massa rápida não deve mais ser utilizada como meio de eliminação de imperfeições do uso de outras massas e compostos, esse processo fica à cargo do Fundo PU de enchimento ou isolamento (na maioria dos casos). 

Todavia, a massa rápida ainda é uma aliada para reparos que passaram batidos após a aplicação e lixamento do fundo pu no processo de pintura (sem a necessidade de reaplicação do fundo, por já ter uma coloração próxima ao fundo na maioria dos casos), ou em peças aonde precisamos remover pequenos danos pontuais antes de fazer a pintura sem exposição da chapa. Um dica de uso muito interessante é para remover pequenas marcas e riscos em borrachões e frisos laterais automotivos, como poderemos ver nos vídeos que serão postados no final do artigo. Outra finalidade para o uso da massa rápida é na área de micro pintura automotiva, servindo como mecanismo de preenchimento de riscos profundos antes de fazermos o reparo com tinta e verniz, por possuir lixamento muito fácil e alto poder de acabamento e preenchimento, evitando o aspecto poroso da massa plástica e poliéster, podendo inclusive na maioria dos casos ser aplicada e lixada uma única vez (dando o acabamento final em uma única aplicação). É uma massa muito suave para ser utilizada, de fácil aplicação e lixamento.

Não é recomendada para preenchimento em danos médios ou grandes, como pequenas ondulações de chapa com áreas ligeiramente grandes, pois possuí uma aderência menor do que as massas catalisadas, sendo também mais sensível ao destacamento.

Disponível em bisnagas e em latas, recomendo para uso pequeno (esporadicamente) a bisnaga pois a massa presente na lata tende a secar facilmente se não utilizada em um período de tempo razoável, ou seja, caso você use poucas quantidades regularmente abrindo e fechando lata diversas vezes, o ideal é utilizar a bisnaga pois ela se conserva por um período de tempo muito maior para o uso.

Massa Plástica:

Esse tipo de massa já exige mais paciência e atenção no uso, por ser um composto catalisado que se utilizado incorretamente, lhe trará problemas de aderência e dificuldade de aplicação e acabamento incorreto. O preenchimento é prejudicado conforme a massa vai secando no momento do uso, isso causa falhas de acabamento e até mesmo buracos.

Qual é a dica de uso? Catalisar pequenas partes de massa. Aplicar sempre em uma passada, evitando espatular muito a massa no reparo. Utilizar toda a quantidade de massa catalisada em até 5 minutos após a catalise. Obedeça muito bem a quantidade de massa e catalisador que deve ser utilizado junto com a massa plástica.

A massa plástica, ao contrário da massa rápida, pode ser utilizada para preenchimentos maiores na área de funilaria e pintura, além de ser amplamente utilizada no ramo residencial para vedação de diversas peças na área interna e externa, por possuir alta resistência a intempéries e alto poder de aderência. Pode também na maioria dos casos ser utilizada diretamente sobre a chapa nua na repintura automotiva, e em qualquer outro processo de reparo em chapas devidamente lixadas e preparadas para receber a massa. Possuí alto poder de enchimento, porém, para danos pequenos e pequenos riscos como os tratados em micro pintura, ela não é a melhor opção pois normalmente necessita de mais de uma aplicação para dar um padrão de acabamento desejado (uma demão, lixamento, outra demão cruzada seguida enfim do lixamento e acabamento final). Por secar por reação química, normalmente está pronta para lixamento antes da massa rápida. Na maioria dos casos ela irá secar em um período de uma hora.

Uma desvantagem é o fato de que na maioria dos casos os catalisadores são líquidos, dificultando a catalise intuitiva. Para isso, precisamos utilizar balanças para pesar e catalisar corretamente a massa conforme o vídeo abaixo:



O seu uso é muito versátil. Pode ser aplicada na maioria das peças da carroceria de um veículo, em vedações em construção civil e em peças que não vão sofrer torção e não necessitam de flexibilidade. É a massa mais fácil de se encontrar em lojas não só de artigos para pintura automotiva, mas também em materiais de construção à um preço convidativo, se tornando uma excelente opção ao famoso silicone e compostos mais fracos (não catalisados) para unir peças como calhas, tapar buracos em telhados e etc. É mais rígida para lixar do que a massa rápida.

Massa Poliéster:

A evolução da massa plástica, disponível em várias marcas e até mesmo com diversos padrões de acabamento e coloração. Se diferencia da massa plástica por ser mais fácil de utilizar e catalisar. Possuí em geral maior flexibilidade do que a massa plástica e o tempo de uso após catalisada é o mesmo (cerca de 5 minutos), embora na maioria dos casos tenha o processo de secagem mais rápido do que a massa plástica.

Utilizada nos mesmos cenários que a massa plástica, pode também ser utilizada em pequenos reparos de peças plásticas como para-choque e saias laterais automotivas.

O seu valor é normalmente maior do que a massa plástica, sendo um material mais focado à área de reparos automotivos. Não é fácil de se achar em lojas não especializadas, devido ao seu maior custo e até mesmo à embalagens normalmente maiores do que as de massa plástica.

Pode ser aplicada sobre a chapa nua ou em áreas devidamente lixadas no processo de repintura automotiva, possuí alto poder de aderência e alta resistência à intempéries e solventes após completamente seca.

Agora, vamos refletir sobre o uso de cada uma delas.

Massa Rápida:
  • Reparei uma pintura, ao final do lixamento do fundo, descobri um pequeno risco ou uma pequena porosidade da massa poliéster que não saiu no lixamento. Devo voltar à aplicar fundo? Não necessariamente. Você pode aplicar e lixar pontualmente a massa rápida ou acrílica para pequenos reparos, fazendo o lixamento com lixas P400 ou P600 e acabamento com P600 ou P800, sem a necessidade de reaplicar fundo na área da massa.
  • Micro pintura automotiva: Se você aplicar a massa plástica ou poliéster, o lixamento deverá ser efetuado com lixas mais grossas e a porosidade irá comprometer o reparo. Fatalmente você irá estender a área do reparo e irá necessitar de retoque.
Vídeos de reparos efetuados com massa rápida e massa kombi filler:

Exemplo de possível reparo após aplicação do PFV (preto fosco vinílico) ou Fundo PU:


Exemplo de reparo em massa poliéster e riscos de lima:


Exemplo de reparo em escorrido de pintura:



Exemplo de reparo em escorrido de fundo PU:




Exemplo de reparo em micro pintura automotiva:


Massa plástica ou poliéster:
  • Remoção de pequenos amassados e ondulações de reparos em chapas na repintura automotiva.
  • Reparos em para-choques e peças plásticas.
  • Reparos de danos em peças que serão repintadas ou retocadas com técnicas tradicionais (exceto micro retoques da área de micro pintura).
  • Vedações externas.
Exemplo de como utilizar a massa poliéster / plástica, lixar manualmente, lixar com politriz e lixadeira roto orbital:






Como catalisar a massa plástica corretamente:


Como preparar a chapa ou peça para aplicar a massa poliéster ou plástica? 

Utilize lixas P220 ou mais agressivas.

Lixamento e acabamento:
  • Massa Rápida e derivadas: Por ser muito mais suave e proporcionar um alto controle na aplicação, podemos utilizar as mesmas lixas utilizadas para o lixamento do fundo PU, que seriam as P320, P400, P600 e P800.
  • Massa Plástica, Poliéster e derivadas: Por serem massas mais rígidas, normalmente fazemos o lixamento com lixas P220 (existem casos de rebarbas excessivas que podemos utilizar uma P120 ou P180 e finalizamos com a P220).
Wash Primer: Antes ou depois da massa poliéster?

Uma das dúvidas frequentes é relacionada à aplicação de massa poliéster sobre a chapa nua ou com wash primer.
Segundo a maioria dos fabricantes, a massa poliéster pode ser aplicada na chapa nua ou preparada, sem grandes problemas.
Portanto: Eu uso diretamente na lata quando exposta (por exemplo nos vídeos dos reparos com a spotter) e faço o uso do wash primer após o lixamento e acabamento da massa poliéster.
Tem dúvidas sobre o que é wash primer e como ele funciona? Clique aqui e confira tudo sobre o tema! ( http://rodrigogsi.blogspot.com/2017/07/camadas-de-produtos-de-pintura-automotiva-como-analisar-a-pintura-antes-de-polir-nocoes-basicas-de-pintura-para-polidores.html )
O wash primer pode ser aplicado até mesmo por cima da massa poliéster, não existe reação adversa com a massa.

Confira no vídeo abaixo como usar o wash primer:

https://www.youtube.com/watch?v=RIBrM1zup_w

Cuidado com o lixamento de massa poliéster com lixas d'água!

Na peça de testes abaixo, à qual uso para fazer vídeos de demonstração para o canal, simulei 2 cenários comuns para quem faz esses trabalhos de pintura automotiva quando tem tempo livre:

1. Uso de lixas d'água para lixar massa aplicada diretamente na chapa nua.


A massa automotiva, especialmente à poliéster, é levemente porosa. A chance de infiltração de água é muito grande durante os reparos. Tal infiltração, mesmo que minima e por tempo muito curto, irá iniciar o processo de oxidação da chapa por debaixo da massa.

O resultado disso irá aparecer no decorrer dos meses após o reparo. Se você lixar e já pintar, não irá notar tão rápido, porém os resultados serão sentidos após alguns meses de reparo.

O que irá acontecer?

A tinta / massa irá se desprender da peça facilmente, devido à ferrugem que se instalou debaixo das camadas de massa, tinta, fundo e etc.
Em alguns casos serão notados pontos de oxidação mínimos, por debaixo da tinta, verniz e etc, os quais você não irá remover sem fazer a repintura completa da peça.

2. Exposição das áreas de massa poliéster e massa kombi filler à ação do tempo, sem isolamento pelo fundo.


Aqui a infiltração de umidade poderá ser devido à exposição prolongada das áreas de massa à ação do tempo, mesmo que sem pegar chuva, somente com umidade do ar, uso de panos úmidos para limpeza com frequência, uso de água para lavagem da peça com frequência e etc.

Por isso o recomendado é fazer essas etapas de reparação e já isolar com fundo, mesmo que localizadamente, como fizemos na série de funilaria e pintura.
Assim você minimiza ou isola a chance de infiltração nas áreas de massa automotiva.

Vale lembrar que, na série funilaria e pintura automotiva, os 2 cenários acima foram forçados, ou seja:

Fiz o lixamento com água para ensinar vocês como fazer o lixamento à base d'água usando a politriz roto orbital. Confira o vídeo clicando aqui!

A chapa ficou exposta por mais de 12 meses à ação do tempo, recebendo inclusive chuva em baixa intensidade, sendo limpa com pano úmido e etc com frequência.

Ferrugem por baixo da massa / fundo pu após lixamento base d'água.

Portanto, muito cuidado ao parar os reparos em seu carro e não tomar os devidos cuidados com as áreas de chapa exposta (nua) e massa aplicada após reparos pois você pode ter trabalho com a ferrugem que irá atingir esses pontos.

Qual a solução quando a ferrugem está por baixo da massa?

Lixar tudo até remover por completo a ferrugem e reaplicar a massa.

Vale lembrar que, como falo nos vídeos, caso a área de aplicação da massa poliéster seja uma área com uma base sólida, tal como tinta pu, verniz pu, fundo pu e etc, a chance de ocorrer infiltração é praticamente nula.

Ou seja, caso você esteja pintando uma peça que você "queimou na lixa", não há problemas em usar o lixamento à úmido nas áreas que aplicar massa, porém, deixe sempre a peça secar muito bem antes de aplicar o fundo e fazer a pintura.

Para remover a ferrugem localizadamente eu recomendo o uso de discos no padrão streap tease.

Ainda tem dúvidas sobre as diferenças entre as massas rápidas e massas catalisadas? Assista ao vídeo abaixo sobre outros aspectos e diferenças entre as massas automotivas.


Nota: Danos e amassados profundos devem ser tratados com repuxo, e não com massa, por dificuldade de acabamento.

Tentei reunir todo o meu material sobre massa e seus respectivos cenários de uso e aplicações práticas e teóricas, espero que tenham gostado do artigo e se gostaram, não deixem de escrever seu recado para nós e sugerir novos temas.

Forte abraço e até a próxima!



domingo, 25 de janeiro de 2015

Faça Você Mesmo Funilaria e Pintura: Curso online em Vídeo Aulas Parte 2 - Preparação da peça para uso de massa poliéster em grandes defeitos.

Olá pessoal, tudo bem?

Neste capítulo iremos utilizar as lixas visando trabalhar o lixamento nas áreas localizadas da pintura aonde iremos necessitar de mais esforço para nivelar a superfície, que são os amassados maiores.

Iremos utilizar os tacos e as lixas P220 manualmente para esse serviço.

Veremos também como proteger a chapa exposta visando evitar o processo acelerado de corrosão, utilizando fita crepe automotiva.

Trabalhar em áreas pontuais facilita o processo de visualização dos problemas e correção dos mesmos, ganhamos tempo na correção e conseguimos fazer isso com mais facilidade.

Muito cuidado com o pó produzido nesse processo! Atenção aos vincos, evite lixar os vincos pois são as áreas onde menos se deposita material.



No próximo vídeo, iremos utilizar a massa poliéster. Iremos mostra como funciona nos mínimos detalhes, passando diversas dicas sobre o uso e lixamento da massa.

Tem dúvidas sobre massa poliéster e massa rápida? Assista o comparativo e se prepare para o próximo capítulo!

Obrigado!

sexta-feira, 16 de maio de 2014

(Vídeo Aula) Funilaria e Pintura Automotiva: Eliminando defeitos com Massa Rápida e Massa Poliéster. Diferenças, Dicas e Como utilizar?

Olá pessoal, tudo bem?

Seguindo nossa séries sobre funilaria e pintura automotiva hoje venho apresentar para vocês aspectos gerais sobre o uso de massa na área de repintura automotiva.

As massas (massa rápida, massa plástica, massa poliéster, extra light, light, etc) devem ser utilizadas para correção de pequenas imperfeições na chapa, após lixamento e tratamento prévio, visando correta aderência e preenchimento.

Ambas as massas possuem um leve poder de flexibilidade, ou seja, se aplicadas da maneira correta em finas camadas, podem até mesmo ser utilizadas em parachoques e peças plásticas, desde que você aplique os componentes adequados conhecidos como promotores de aderência (ex: seladora para plástico).

O preconceito com a massa na área de repintura automotiva:

Muitas pessoas criticam o uso da massa, e com certa razão ao meu ver, pois existem muitos prestadores de serviço que as utilizam de maneira errada, fazendo por exemplo:

  • Uso de massa em locais inapropriados: Plásticos altamente flexíveis, que sofrem torção. Como meio de colar partes de peças umas as outras. Como meio de solda plástica em parachoques, ...
  • Uso em superfícies sem a devida preparação prévia: Lataria sem lixamento com gramatura de lixa correta, com a peça suja, em superfícies com sinais de corrosão, aplicação de massa em superfícies sem aderência, como por exemplo massa rápida que menciona em suas instruções para aplicar somente após o fundo pu.
  • Uso para fins inapropriados: Tapar buracos e grandes defeitos, fazendo uso de muita massa para por exemplo fazer o preenchimento de uma ondulação proveniente de uma batida.
A finalidade da massa:

Remover pequenas imperfeições da chapa, normalmente utilizada no processo inicial do reparo após o lixamento de desbaste em uma pintura parcial ou completa, à fim de nivelar a superfície e remover alguns defeitos na chapa.

Também utilizadas após a aplicação e lixamento do fundo, aonde notamos porosidade ou pequenos defeitos que não conseguimos notar anteriormente com facilidade.

Estes são alguns dos cenários do uso da massa no processo de reparo automotivo.

Dicas de uso: 
  • Procure aplicar e trabalhar sempre em finas camadas. Aplicando uma camada em um sentido, aguardando o tempo entre demãos mencionado pelo fabricante e em seguida aplicando outra fina camada no outro sentido, categorizando uma demão cruzada.
  • Efetue o lixamento após 2 ou 3 demãos de massa no máximo.
  • Respeite o tempo de cura minimo para fazer o lixamento.
  • Utilize gramaturas de lixa apropriadas para a etapa de desbaste e refino da massa.
  • Reaplique massa da maneira mencionada até obter o nivelamento adequado.
  • Extrema limpeza no momento da aplicação.
  • Não exceda o tempo máximo de 2 ou 3 minutos para aplicação de qualquer tipo de massa.
  • Não utilize a massa quando a mesma já estiver muito grossa (desplacando na aplicação e deixando a superfície não preenchida).
  • Efetue movimentos firmes e em um sentido, uma única vez, para evitar que na próxima passada da espatula (solenoide) no mesmo local a massa se desprenda.
  • Ao final, você terá uma fina camada de massa, que possuirá até mesmo um certo grau de flexibilidade na chapa ou na peça em que está trabalhando os defeitos.
Lembre-se: 
  • Faça o tratamento correto da peça antes e depois da aplicação da massa.
  • Siga à risca as recomendações do fabricante.
Vamos ao vídeo?



Ao final deste post, estamos conscientes das diferenças da massa rápida e de uma das massas catalisadas que no nosso caso é a massa poliéster.
Além dos pontos mencionados no vídeo, ressalto que a massa rápida é mais fácil de ser utilizada e preenche muito bem a superfície, em contrapartida só pode ser utilizada após a preparação da chapa com a aplicação do fundo, seja ele pu ou universal, ou até mesmo a base de tinta devidamente lixada e aprovada no teste do solvente. Procure praticar a aplicação da massa (técnicas de aplicação) antes de aplicar em seu veículo. Para a pratica, opte pela compra da massa rápida pela praticidade de uso, pois as catalisadas possuem o mesmo mecanismo de aplicação porém são de uso bem rápido, exigindo bastante agilidade no processo de preparação e uso. E por fim, utilize os mais variados tipos de espátula que você puder, incluindo até mesmo as de borracha / silicone macias que encontramos em lojas de utensílios domésticos.

Gostou do post? Compartilhe com seus amigos e deixe seu comentário!

É isso aí pessoal! Um abraço e até a próxima!

Obrigado.